quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sinal de fumaça

Pra saber se alguém ainda vem aqui.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Feriado

Hoje é dia 2 de novembro, dia de finados. Feriado. E aqui estou eu, aproveitando. Não trabalho amanhã - que coisa boa.
Mas o engraçado é que não paro de pensar em você.
Não, eu não sou das mais religiosas, eu sei. Mas não tem como não pensar em você.
Deixa eu ver... Fazem quase quatro anos que você se foi. Eu lembro. Eu estava dormindo quando o pai me acordou. Eu dormia no colchão. O pai me acordou. Maya, o vô morreu. Assim, simples assim. Eu não assimilei de fato. O quê?
Eu chorei. Mais por convenção, admito. Afinal, fazia anos que eu não era mais muito próxima de você. Mas não me julgue, por favor. As lágrimas eram verdadeiras.
A ficha foi caindo assim, aos poucos. Lendo declarações de amor a você. Ouvindo depoimentos. Absorvendo lembranças.
Eu me lembro de você frequentemente, sabe, vô. É engraçado que foi com você que eu descobri como as orelhas crescem quando envelhecemos. É incrível, mas cada vez que vejo alguém mais velho, com suas orelhas enormes, eu lembro de você! Esta é uma das minhas primeiras lembranças.
Quando eu pego o "circular-centro", então... As memórias pululam. Eu lembro de quando, logo após a separação, e eu fui morar em Foz, e a gente tinha que ir de ônibus pra escola, e o senhor ia mancando - eu não me lembro exatamente o porquê -, e eu esperava o senhor. O senhor ia tão devagar para o ponto de ônibus... Mas eu gostava de te acompanhar. Nossa, como eu tinha orgulho! O senhor era tesoureiro do colégio, eu me orgulhava tanto do senhor ocupar este cargo tão importante! Ainda mais, eu lembro, na minha formatura de quarta série - a única que eu tive -, foi o senhor que me entregou o diploma. Ah, eu me lembro até hoje do orgulho em seus olhos! Do seu sorriso...
Mais tarde, quando as coisas não estavam bem para você e para a vó, vocês foram morar em Corbélia, com a gente. E eu sei, e isso me dói. Eu não tinha muita paciência com você... Me perdoa, vô! Você não sabe como eu me arrependo disso... Dessa minha intolerância com essa "gente velha que não me entende"...
Depois vocês voltaram pra Goiás. Você já não estava bem, vô... Eu lembro. Não, eu já não era criança, mas eu fui tão ingrata...
Eu lembro de você no hospital, quando eu precisei... Naquele momento, vôzinho, eu vi tanto amor nos seus olhos... E aquilo me doeu tanto, eu não queria que você sofresse, jamais! Eu te amava tanto, vô! Eu te amo tanto!
Eu lembro daquelas férias, a penúltima antes de você ir embora, eu queria passar mais tempo com você... Você já tinha uns sessenta e poucos anos, e ainda assim tinha que trabalhar, e eu sofria com isso... Aluguei "A identidade Bourne" pra gente assistir junto, você lembra? Eu queria passar mais tempo com você.
Nas últimas férias que eu passei com você, um pouco antes de você ir, você foi internado quando a gente chegou... Ficou tantos dias no hospital... Eu ficava de vez em quando com você, fazia massagens em você, você lembra? Eu tentava demonstrar que eu te amava... Apesar de ser cruel com você, não querer aceitar as suas manias.
Teve um dia, você deve se lembrar, foi um pouco antes do dia 15, um pouco antes de você ser internado pela última vez, que você queria ver jornal... A gente já tinha ficado a noite inteira vendo "Friends" e rindo alto, e você não tinha conseguido dormir direito. E nesse dia, que você queria ver jornal, eu, demonstrando muita ira em meus olhos - perdão, vô! -, coloquei no jornal, como você queria, mas de uma maneira tão ingrata... Tão mesquinha! E você me olhou nos olhos, vô, com seus olhos quase cegos de catarata, e de uma maneira tão desapontada, que me mostrou deu tanta dor... E eu, orgulhosa como sou, apenas saí da sala, me achando a pessoa mais injustiçada do mundo... Mas jamais esqueci desse seu olhar. Da dor que ele emitia.
E você foi para o hospital. E ficou. Dias e dias.
E eu tinha que ir embora, pra Foz. Uma vida nova me esperava, e eu não ligava pra "velharias". Mas eu sabia, vô. Eu soube quando entrei no seu quarto pra me despedir. Eu falei pra vó: "o vô vai melhorar, fique tranquila", mas eu sabia que não ia. Eu soube no momento que te vi. A tua respiração pesada. A sua magreza. Eu sabia que ali seria a última vez que te veria.
Mas eu disse adeus, e fui. E alguns dias depois, veio a notícia.
...
Eu só quero que você saiba, vôzinho, que eu te amo. E que, se você conseguir, eu gostaria que você me perdoasse, vô. Por tudo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Campo Mourão, 09 de setembro, 2011

O evento: 
Lançamento do livro "Um olhar sobre a Aids"

Autoras:
Ana Carla Polisseri, Larissa Bortoli, Paula Fernandes



Breve apresentação:


video

terça-feira, 14 de junho de 2011

Duelo

"Chegando em casa então ele chorou
E pro inferno ele foi pela segunda vez
Com Maria Lúcia Jeremias se casou
E um filho nela ele fez"

(Faroeste Caboclo - Legião Urbana)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Os bons são a maioria!!!

O primeiro que eu vi foi "para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue".
Depois, "na internet há mais resultados para amor do que para medo".
Hoje, "há mais pessoas que cantam no trânsito do que as que reclamam".
...
Que sou "cocólatra" assumida é fato.
Que amo propaganda, também.
E tem algumas sacadas que são inomináveis de tão geniais - às vezes, por sua simplicidade.
Sempre gostei da linha de propaganda da Coca Cola - há muito tempo existe uma "apelo institucional". E desta vez, ela se superou. Fantástico. Está com uma série de propagandas que exalta o fato de que fundamental são os valores - ela pinça pequenas coisas da realidade cotidiana, e as cita agregando ao seu nome os valores éticos com que crescemos. Ela traz a mensagem de que sim, vale a pena acreditar. E a gente acaba lembrando que no fundo, sempre acreditamos. Não desistimos. No site tem o download de um livro (tive problemas aqui, não consigo abrir) chamado "125 razões para acreditar".
Tá, eu sei, eu sei, gentes, a coca cola não está só preocupada com o planeta, com as pessoas, com os valores éticos fundamentais que muita gente esquece. Ela quer, sim, alavancar vendas. E quer ter seu nome ligado aos valores que cita na campanha. Mas e daí? Que problema tem se ela consegue fazer propaganda e ainda lembrar em momentos do dia a dia que existem razões para acreditar???
Se cada um faz sua parte, o mundo pode ser um lugar melhor.
=)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Obrigada.

Acho que você não sabe o quanto eu sou grata.
Claro, muitas vezes não pareço. Eu sei.
É essa minha irritabilidade constante, essa minha grosseria, minha falta de atenção contigo.
Sei que eu não sou fácil de conviver, sei que a minha rispidez te fere profundamente.
Sei que de vez em quando (sempre) eu te abandono, te deixo sozinha - mesmo sabendo que você está precisando de companhia.
Mas saiba, mãe, que eu agradeço imensamente por ter você na minha vida.
Eu agradeço a Deus por ter feito você ser a minha mãe.
.
Eu já fui cruel contigo - e sou ainda, as vezes, eu sei -, mas não é voluntário, saiba disto. É essa minha mania de tratar quem eu amo mal, mesmo.
Eu já disse coisas das quais me arrependi. Já tive atitudes para com você das quais eu me arrependi.
É por isso que eu te peço perdão, mãe.
Eu sei que eu não vou me consertar assim, do nada.
Mas eu estou tentando, juro.
E neste post eu só quero dizer obrigada. Por tudo.
Pela força que você está dando para mim ultimamente.
Pela esperança que você tem no meu futuro.
Pelo seu esforço em não ser invasisa comigo.
Pela paciência em aturar os meus acessos de raiva.
Pelos chocolates durante as minhas crises.
Pela confiança depositada quando fez o seguro do carro.
Por me perdoar quando eu te faço sofrer.
Por me fazer gostar de Legião, de ler, de Drummond, de teatro, e de tantas outras mil coisas.
E, principalmente, pelo amor. Este amor imenso que me rodeia e me faz sentir protegida e única no mundo.
Obrigada, amorzinho.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Lya Luft

"Por vezes o que nos salva não é o amor, é o humor."

sábado, 7 de maio de 2011

Sobre mães.

1. Pensei em copiar aqui o ótimo (e antigo) texto do Hélio Pellegrino, que fala sobre mães, mas achei que seria muito melhor colocar o link. Vale a pena, acredite.

2. Pra quem gosta, vale o entretenimento da matéria sobre o jeito de ser (astrológico) de mães famosas. Descobri que a lua, quando nasci, estava em escorpião (tudo bem, eu não sou famosa. Ainda.). E isto faz com que eu seja uma mãe apaixonada, emotiva e companheira. "A mãe com o signo lunar em Escorpião é uma mulher de personalidade fortíssima. Ela é apaixonada e com emoções extremamente profundas, do estilo "oito ou oitenta". As coisas ou são extremamente amadas, ou são repelidas, mas "tanto faz" não é uma frase muito presente em seus discursos. Às vezes pode ser um tanto quanto controladora, é verdade. Mas é aquela pessoa que se precisar dar a vida pelo filho, o fará sorrindo. Esta é a mãe de Escorpião!"
Talvez eu não queira saber se meus filhos concordam com isto. Mentira deslavada!!! É claro que eu quero. Talvez apenas não sobreviva a isto.

3. Indico também o vídeo lindinho com a música do Sérgio Saas, que eu não conhecia e gostei muito.

Mas o campeão, pra mim, e que uso pra desejar a todas as mães - especialmente à minha - um feliz dia das mães, é este abaixo. Show!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Listas

Quando ouço falar em listas, lembro logo de Maya. Uma de suas diversões era, desde sempre, fazer listas. De compras, de resoluções, de tudo. =D
Hoje, passeando pela blogosfera, encontro o "f a s h i n a". Amei. O blog todo. E o texto de hoje tinha listinhas que amei, e resolvi "emprestar", com os devidos créditos. Então, aí vai:

coisas que eu tenho um montão e sempre quero mais:
latinhas, caixas, canecas fofas, potes, agendas.


vícios domésticos:
guardar sacolinhas de papel e embalagens de presentes, anti-mofo, comprar vários tipos de pães que vão acabar estragando, morgar no escuro.

lista de desejos da dona de casa: cortinas novas para os quartos e a sala, um superdelicioso sofácama pra sala, um tapete muuuuuuuuuuuuito fofo pra sentar, papel de parede no quarto.

o que ainda está bagunçado por aqui (as mais urgentes): tudo. Tudo, mesmo. Quero mais espaço para guardar coisas de cama, mesa e banho; para as coisas de artesanato que "um dia" vou fazer de novo; para colocar as revistas que sobraram da última faxina; para os poucos livros que teimo em não me desfazer; para os cds que minha filha implica.

quero muito: ter minhas amigas queridas morando ao lado de casa, poder passear com eles e inventar "moda" nas tardes chuvosas. Quero tardes chuvosas com tempo para curtir este desejo. Quero me organizar financeiramente, e poder comprar um lugar pra chamar de meu - ou, como dizia meu querido exmarido, pra ter onde cair morta. =D

irrita: quando param o carro na faixa atrapalhando os pedestres, gente que não respeita as regras básicas do trânsito, motorista que pensa que buzina é coisa pra usar o tempo todo; pessoas que repetem as mesmas coisas o tempo todo.

lista de desejos das coisas antigas: uma rede na varanda (uma casa com varanda pra colocar a rede e um jardinzinho em frente à varanda), meu pé de máquina com um tampo lindo de mosaico para usar como bar; o espelho de penteadeira da mamãe; uma super foto linda dos meus três filhos juntos na parede do corredor.

pequenas alegrias: cozinhar para os meus filhos, ter os três perto de mim, reencontrar amigos, sentar ao sol tomando chope (melhor ainda quando é em frente ao mar, coisa só pras férias agora).

P.S. Existe sempre a possibilidade de voltar e editar as listinhas aqui presentes com coisas que posso ter esquecido... =D

terça-feira, 26 de abril de 2011

Customizando...

 Esse móvel vem comigo há algum tempo, esperando pra ser renovado.
Infelizmente esqueci de fotografar antes, já havia começado quando me lembrei...


Ele tinha duas portas de correr, que retirei. Preenchi os vãos onde corriam as portas com massa corrida.


Coloquei no fundo contact branco, marmorizado. 


E a cobri toda com contact preto.


Finalizei com pezinhos de rodízio, pretos.


Não ficou lindo meu móvel novo???

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Prá não ficar...

...sem postar, descobri que fotos e frases são ótimas!
Agora, mostrando a cabeceira (que euzinha fiz!) da minha cama...
fala sério... não vou nem dizer que o custo foi só o do tecido e da manta acrilíca.
Não ficou um xodó???



sábado, 16 de abril de 2011

Sou chic, benhê!

Encontrei essa imagem numa dessas madrugadas insones de navegação... e pensei que um dia publicaria. Só que, agora que meu espírito pede, não sei onde foi que vi. Mas confesso: não é meu, ok? E se algum dia, porventura, o proprietário vir, dou os créditos merecidos, ok? Só me avisar...

sábado, 26 de março de 2011

Me recuerda a ti...

Este é o título do email que minhamigacompanheiraequaseirmã manda.
No email, o vídeo abaixo.
Minha auto estima foi à estratosfera (coisas que só quem nos ama consegue fazer!)
...
Me lembra Paulinha.


terça-feira, 22 de março de 2011

Em tempo de reaprender...

... a vida, acho.
1. Morar sozinha.
2. Estar sozinha.
A solidão sempre foi algo que gostei.
Quando morava na CEUC e a Elô e a Mondini quase não ficavam no quarto, curtia principalmente aos sábados, minha solidão. Acho que porque não era uma solidão de verdade, ruim. Era uma solidão boa, de tempo pra mim, curtir o fim de tarde depois da faxina do quarto, sentada à janela do oitavo andar olhando o HC e o movimento na rua embaixo... adorava este tempo em que me perdia em pensamentos, e viajava pra dentro de mim.
Depois, já casada, filhos pequenos, principalmente em dias de faxina, quando a casa rescendia limpeza, amava levantar depois que todos dormiam e ficar na penumbra, na sala, curtindo aquele momento só meu e viajando em planos, sonhos, projetos.
Mas nunca morei só. Acho que nunca estive só, como agora. E apesar do medo, gosto da idéia. Acho que preciso disto pra um reencontro com a garotinha sonhadora e intrépida que me ensinou a viver, e que se perdeu de mim em algum atalho do caminho...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Chamar ou não uma garota para sair, eis a questão.

Não, eu não sou nada moderna. E quando vi essa frase no MSN do meu priminho de 12 anos, choquei. Como assim? Ele tem 12 anos!!! Essas crianças estão cada vez mais rápidas. Mas fiz questão de saber tudo. 'Já falou com seu pai? Ele pode te dar bons conselhos...' 'Já deu, mas se eu seguir o que ele falou ela vai me achar brega." E meu tio foi tão bom nisso, tempos atrás...
A menina tem a mesma idade dele. Eu, com 12 anos, ainda brincava de Barbie. "E se você a chamasse para sair, vocês iam fazer o quê?" "Sair e comer alguma coisa." Ponto. Mas será que ele nunca fez isso antes? "E você já saiu com alguma garota antes?" "Não." Alívio. Nem tudo está perdido. Mas que é precoce, ah, isso é...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Tenho seis anos e...

...hoje à tarde estava atravessando a rua ao lado de minha mãe, na faixa de pedestres e brincando com o anel que ganhei da Aninha na escola, quando ele caiu. Parei, procurando no chão quando ouvi um grito apavorado, que me assustou muito - mas não tanto quanto o tapa que levei na cabeça, acompanhado de um safanão:
- Você tá louca, menina? Como é que para no meio da rua?
- Meu anel! O anel que a Aninha me deu! Caiu... fui dizendo soluçando, mas ela não me deixava falar nada, gritando comigo e dando tapas e me chamando de irresponsável. Aí aconteceu algo que me assustou mais ainda, uma mulher puxou minha mãe pelo braço falando alto e mandando ela parar de me bater, de gritar comigo, que a irresponsável era ela e não eu. Parei de chorar na hora, apesar de muito assustada, pra defender a mamãe daquela louca quando ela se abaixou ao meu lado falando comigo baixinho, pra me acalmar:
- Como é seu nome?
- Nina.
- Quantos anos você tem?
- Seis.
- Nina, não chora não, viu? Você não estava errada em querer pegar o seu anel que caiu, não. Errada é a sua mãe que atravessa a rua com uma criança e o sinal fechado! Você tá vendo ali aquele homenzinho vermelho no sinal? Então! Da próxima vez que você for atravessar a rua com sua mãe, olha se ele está verde... SÓ PODE ATRAVESSAR COM ELE VERDE, VIU? Não que você tivesse que saber isto, mas nunca se sabe se você vai estar acompanhada de uma mãe irresponsável e maluca que ainda começa a te agredir pelo erro dela! Olha, ele tá verde agora, tá vendo? Vem comigo, vamos achar seu anel!
E me puxou pelo braço, ignorando minha mãe que olhava pra ela do mesmo jeito que olha pro papai quando ele fica no futebol tomando cerveja com o pessoal do trabalho... encontrou o anel e me entregou, me trazendo de volta pra mamãe e foi embora, assim, depois de me dar um beijo na cabeça. Saiu falando que era um absurdo que certo tipo de gente tivesse filhos, e  mais um monte de coisas que não ouvi direito. Mamãe me deu outro safanão.
- Tá vendo, Dona Nina, o que a senhora me faz passar? Olha a vergonha que passei com aquela maluca por sua causa! Vê se toma mais cuidado de agora em diante e...
Eu parei de escutar e fiquei pensando que seria bom se no mundo tivesse mais gente maluca assim. Minha mãe podia ser maluca assim...
 P.S.: A menininha da história é real. A mãe é real. A história é real. A única coisa irreal é a maluca, porque na hora pensei que eu não tinha que me meter com a idiota que protagonizou a cena acima junto com a filhinha dela. Acho que teria sido melhor ser maluca do que ser covarde.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Eu bem queria...

...mas não pude estar neste bat-local nesta bat-hora com meus bat-irmãos caçulas... mas que eles me deram água na boca, isso... ah!
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